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    • 20 JUN 17
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    Dicas de saúde em Gastroenterologia: Halitose

    Dicas de saúde em Gastroenterologia: Halitose

    A halitose é uma alteração do hálito que o torna desagradável, podendo significar ou não uma patologia. É um sinal indicativo de que alguma disfunção orgânica (que requer tratamento) ou fisiológica (que requer apenas orientação), esteja acontecendo. A halitose não significa apenas uma doença, mas também, uma alteração das condições fisiológicas como, por exemplo, a halitose matinal, que a maioria das pessoas têm. A halitose em geral é  um problema de saúde com consequências sociais e econômicas, morais e psicoafetivas tão sérias que aflige, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 40% da população mundial.

     

    Causas:

    A halitose geralmente está associada à existência de cáries e a má higiene bucal, porém, pode ter outra origem como a respiratória (sinusite e amigdalite), digestiva (divertículos esofágicos, esvaziamento gástrico lento, neoplasias) e a de origem metabólica e sistêmica (diabetes, enfermidades febris, alterações hormonais, secura da boca, estresse).

     

    Tipos de halitose:

    A halitose fisiológica relaciona-se a diminuição do fluxo salivar durante o sono: existe um fluxo mínimo de saliva durante o sono. Assim, ocorre putrefação de células epiteliais esfoliadas que permanecem retidas durante esse período ocasionando um odor desagradável, o qual desaparece após a higienização oral pela manhã, restabelecendo o fluxo salivar aos valores normais.

    Alguns medicamentos antineoplásicos, anti-histamínicos (antialérgicos), anfetaminas, tranquilizantes, diuréticos e outras drogas provocam diminuição do fluxo salivar ocasionando o mau hálito.

    Halitose imaginária, halitofobia ou halitose psicossomática: ocorre em pacientes que apresentam alteração no olfato e passam a acreditar que possuem halitose, porém outras pessoas não detectam o fato.

    Existe outro tipo de halitose que é a temporária, de origem alimentar. Esta pode ser causada pela ingestão de alimentos com alho, cebola, condimentos, jejum prolongado, bebidas alcoólicas, pois o metabolismo desses alimentos e bebidas produz ácidos e outros compostos que são excretados através dos pulmões.

     

    Prevenção:

    Seja qual for a causa da halitose a higiene bucal é fundamental para o sucesso do tratamento, além da eliminação da sua respectiva causa. É imperativo que além da escovação e do uso do fio dental promova-se a periódica limpeza da língua após as refeições e ao deitar, evitando o acúmulo de bactérias.

    Consultas odontológicas devem ser estimuladas, principalmente quando o paciente for portador de várias restaurações, próteses fixas ou adesivas, pois as mesmas podem estar com áreas que retenham restos de alimentos.

    • realização de bochechos com produtos antissépticos;
    • ter uma dieta equilibrada;
    • beber pelo menos dois litros de água por dia;
    • controlar o estresse;
    • evitar o excesso de comidas gordurosas, cigarros, café, frituras.

     

    Colaboração: Dr. Jorge Vitorino

     

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